
A Câmara tem um programa de alojamento de 56 famílias que vivem em barracas.
A intervenção implica o conhecimento da situação socioeconómica das famílias a realojar, a análise de factores psicossociais inerentes ao processo de realojamento e a distribuição das famílias a realojar por zona de localização e fogos.
Perspectivam-se ainda programas de auto-construção, opção esta que ultrapassa a simples resposta directa de habitação, para se situar numa estratégia de desenvolvimento e/ou consolidação dos próprios centros urbanos.
É incentivada a ligação a outros parceiros promotores do mercado, nomeadamente os sectores privado e cooperativo, tendo em vista explorar novos modelos de actuação.
Outra área abordada pela política camarária é a gestão e conservação do património habitacional , o apoio aos programas de reabilitação de fogos privados, análises de processos de alienação e/ou alterações de regime com particulares e entidades.